Eu entrei na política aos 9 anos porque gostava do Darcy Ribeiro. Até hoje, andando de barca ou de ônibus, eu converso com as pessoas e vejo que os problemas que ele enfrentava ainda não foram resolvidos, levando o Brasil e, especialmente, o Rio de Janeiro, a esta situação de verdadeiro caos. Contra isso, sigo em busca de ser parte da mudança que tanto necessitamos e queremos. E ela depende do esforço de cada um de nós.

A Assembleia Legislativa vive um quadro vergonhoso. Hoje é mais fácil ler sobre ela nas páginas policiais do que nas colunas de política. Precisamos de ações para tirar o estado do buraco e leve solução para a vida de quem mais necessita. Para isso, temos que estabelecer uma nova maioria, formada por pessoas sérias, comprometidas com o povo, e não com esquemas inescrupulosos e corruptos.

Eu vou manter a coerência com a minha formação ética e política. É uma pena que a gente tenha chegado ao ponto em que, fazer o certo, seja considerado fazer diferente. Mas é exatamente a isso que me proponho: fazer diferente do que tem sido feito por políticos tradicionais. Vamos construir um mandato colaborativo, no qual o eleitor tem voz e vez. Só quem pode dizer o que é de fato relevante é a população. Vamos convidar o eleitor a participar e garantir a ele os instrumentos necessários para isso.
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